Morte aos Traidores – A sabotagem de uma campanha

Hoje, com a distância do tempo e depois de ter sabido de uma série de factos, é para mim claro que tudo o que irei de seguida referir com verdade, se encontra relacionado e possuía o claro objectivo de sabotar a campanha de Lisboa do PCTP/MRPP às Legislativas de 2015. Ou seja, o suficiente para que o Partido não conseguisse eleger-me como Deputado mas permitindo a manutenção da subvenção.

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Os dinheiros do Partido

Esta é, porventura, uma das mais graves e profundamente caluniosas falsas acusações produzidas por Arnaldo Matos e pelos seus “seguidores”, ou seja, a de que o Comité Central deixou o Partido numa situação financeira catastrófica. Esclarecem-se, pois, os seguintes pontos: receitas e despesas, os gastos com a campanha regional da Madeira, o polémico empréstimo, quem é que vive afinal às custas do Partido, os gastos com Arnaldo Matos e as multas do Tribunal Constitucional.

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Censura e Manipulação

O Luta Popular foi, a partir da suspensão dos membros do Comité Permanente, transformado num instrumento de puro ódio e dos ataques pessoais mais soezes e de publicação exclusiva dos textos produzidos por Arnaldo Matos e de censura de tudo o que representasse qualquer divergência de opinião. Desde as minhas intervenções às resoluções do comité de Sintra, passando pela manipulação e “apagamento” de camaradas.

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O meu percurso no Partido

Num artigo publicado no Luta Popular, Arnaldo Matos atreve-se a dizer que sou mitómano, tendo eu supostamente criado a tese de que teria entrado para o Partido depois do assassinato de Ribeiro Santos (e com a ideia de o substituir) quando a verdade é que essa entrada teria ocorrido apenas no final de 1975 e sabendo-se lá onde eu andava aquando das prisões de 28 de Maio de 75…

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A história do “eterno candidato”

Todos os camaradas que militavam no PCTP/MRPP com assiduidade tinham conhecimento, assim como o próprio Arnaldo Matos, da minha crescente insistência em deixar de ser o “eterno candidato” e da necessidade de se apresentarem ao País novas caras. Mas sempre aceitei os desafios e nunca virei as costas ao Partido.

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